Dor no joelho após prótese, é normal?

prótese

A prótese de joelho é uma alternativa utilizada para pacientes que apresentam artrose de joelho em grau muito avançado. Quando bem indicada e realizada, essa cirurgia consegue entregar excelentes resultados e com bastante segurança, mas em casos específicos alguns pacientes relatam dor no joelho após a prótese. O sucesso da cirurgia de prótese de joelho vai depender de três fatores fundamentais: Indicação correta para o procedimento; Boa realização do médico e da sua equipe; Adequação às orientações recomendadas no pós-operatório. Via de regra, o paciente ideal para a realização de uma cirurgia de prótese de joelho apresenta mais de 60 anos e destruição articular elevada. No caso de pacientes mais jovens, a cirurgia costuma ser recomendada para pacientes que sofreram a perda do menisco de forma prematura, apresentam doenças reumáticas ou sofreram fraturas muito graves. Através dessa abordagem cirúrgica o médico responsável realiza substituição dos componentes naturais do joelho prótese completa que realizará a mesma função. Por ser uma cirurgia aberta, é necessário realizar a internação por dois ou três dias para que seja administrado um antibiótico por via venosa e seja iniciado também o processo fisioterapêutico. Diferentemente do que muitos pensam, a caminhada é implementada logo após a cirurgia para combater a dor e reduzir o risco de fibrose intra-articular e trombose. Essa caminhada também contribui para a redução de risco e evitar complicações cardiopulmonares, principalmente quando realizada em pacientes idosos. A dor após a prótese de joelho é comum? O principal sintoma de que rejeitando a prótese de joelho é a dor, e diante desse sintoma o paciente deve buscar ajuda do médico responsável imediatamente. Sabemos que a dor após uma cirurgia é normal e esperada, mas quando esse sintoma acontece de maneira muito intensa pode ser sinal de que algo não vai bem. A dor após a prótese pode acontecer por determinados causas: Soltura da prótese: O avanço da medicina possibilitou o desenvolvimento de próteses mais resistentes, eficientes e com menor risco de soltura. Mas existem soluções que apresentam uma qualidade inferior que podem acabar se soltando de forma precoce após a sua implantação.  Instabilidade da prótese: A instabilidade da prótese pode estar associada à qualidade do ou o erro de técnica durante a cirurgia. Por esse motivo, nesses casos a prótese acaba se movimentando durante a movimentação e causando dor. Infecção: Embora após a cirurgia sejam tomadas medidas para evitar a infecção, em alguns casos ela pode acontecer. Essa infecção pode acontecer durante a cirurgia ou após o procedimento ( causada por uma infecção à distância, com acontece em problemas dentários). Para evitar esse tipo de problema é necessário tomar todos os cuidados pré-operatórios a fim de avaliar o estado de saúde do paciente e evitar complicações futuras. Fibrose: A fibrose também é uma das causas de dor após a prótese de joelho. Nesse caso há a formação de uma cicatriz entre as partes moles e a prótese que foi implantada, causando dor no paciente. Tendinite pós-operatória: Nesse caso a tendinite pós-operatória pode ter sido causada por um processo de reabilitação inadequado. Essa tendinite é resultado de uma sobrecarga ou excesso de movimentação durante a reabilitação do paciente, fazendo com que seja desencadeado um processo inflamatório no tendão. Doenças de quadril: Durante o processo pré-operatório é necessário avaliar a qualidade e a saúde do quadril do paciente. É muito possível que problemas no quadril acabem irradiando para o joelho e causando a impressão de que a dor está relacionada com a prótese. Aprisionamento nervoso: Nesse caso, ao aprisionamento do nervo safeno que causa dor na perna e no joelho. Esse problema pode ser facilmente resolvido através do ultrassom, infiltração articular ou cirurgia, aliviando a dor e o desconforto. Problemas vasculares:  Alguns problemas vasculares também podem causar dor após a prótese de joelho e acabam confundindo o paciente quanto ao sucesso da cirurgia. Por conta desses inúmeros motivos, é necessário que seja feita uma avaliação precisa do paciente, acompanhada dos exames necessários para identificar a causa da dor após a prótese de joelho. Nem sempre a dor após esse procedimento está relacionada com a rejeição, e cabe ao médico responsável identificar e tratar as suas causas para que o paciente consiga retomar a sua mobilidade e qualidade de vida.

Tratamento para condromalácia patelar sem cirurgia

condromalácia patelar

Caracterizada pelo processo de desgaste do tecido cartilaginoso presente na patela, a condromalácia patelar ( síndrome da dor patelo-femoral) é uma condição que pode impactar a rotina e realização de exercícios físicos pelo paciente. A degeneração cartilaginosa pode ser causada por diversos fatores, como o excesso de peso, traumas na região, problemas de alinhamento do joelho, sedentarismo, realização de atividades físicas de alto impacto e envelhecimento das estruturas. A condromalácia patelar pode ser classificada em diferentes graus: Grau 1: é notado o amolecimento da porção externa do tecido cartilaginoso, e o paciente pode apresentar inchaço e dor. Grau 2: as lesões cartilaginosas se apresentam com até 1.3 cm de diâmetro, entretanto de forma localizada. Grau 3: na condromalácia grau 3 as lesões se apresentam em um tamanho maior, mas ainda localizadas. Grau 4: no grau mais avançado da doença, já é notada a exposição do osso subcondral. A dor relatada pelos pacientes com condromalácia patelar se apresenta na região frontal do joelho e pode piorar de acordo com a realização de alguns movimentos, causando dor ao subir e descer escadas, após atividades físicas ou passar longos períodos sentado. O paciente também pode relatar inchaço localizado, estalos a movimentar a articulação e sensação de ardência. Diante desses sintomas, o médico procede com uma avaliação física do estado e dos sintomas relatados. Para obter um diagnóstico mais preciso, também podem ser solicitados exames de imagem, como a radiografia e a ressonância magnética. Por conta da dor causada, e para evitar a progressão mais rápida da doença, é importante interromper as atividades físicas durante a fase aguda, e implementar mudanças no plano de treinamento para aliviar a sobrecarga após esse período. Saiba mais: Diferença de condromalácia patelar e condropatias Tratamento de condromalácia O tratamento conservador também inclui a aplicação de compressas de gelo, medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para controle dos sintomas e fisioterapia. O fortalecimento muscular é fundamental para garantir uma maior mobilidade e manutenção do arco do movimento. Essa abordagem terapêutica vai ajudar a proteger o tecido cartilaginoso e retardar a progressão da condromalácia patelar. A infiltração com medicamentos e ácido hialurônico também pode contribuir para o tratamento de condromalácia patelar sem cirurgia, ajudando a proporcionar uma maior lubrificação e combater a dor causada pela condição. A intervenção cirúrgica só é recomendada nos casos onde o tratamento conservador não conseguiu atingir os objetivos esperados, e o paciente ainda relata sintomas intensos.

Diferença de condromalácia patelar e condropatias

condromalácia patelar

Antes de entendermos as diferenças entre condromalácia patelar e condropatia, precisamos compreender o papel da cartilagem no nosso corpo. O tecido cartilaginoso é responsável por recobrir as áreas de contato entre os ossos nas nossas articulações, absorvendo e dissipando impacto e evitando o atrito entre essas estruturas. Por conta do seu papel e relevância na movimentação das nossas articulações, a cartilagem acaba sendo um tecido altamente sujeito ao desgaste e lesões, como é o caso da condromalácia patelar e as condropatias. As lesões cartilaginosas podem ser bastante impactantes e causar grandes prejuízos para a realização de diversos movimentos. Os principais sintomas desse tipo de lesão são:   Dor no joelho, localizada ou que se dissipe para outras regiões; Inchaço; Crepitação; Estalos; Limitação dos movimentos; Entre outros.   Os sintomas de lesões cartilaginosas podem surgir após a realização de esforços e se intensificam durante a realização de atividades físicas mais intensas. Conforme a doença progride, o paciente também pode relatar sintomas como a dor mesmo em momentos de repouso.   Lesões cartilaginosas, como a condromalácia patelar, podem acontecer por diversos motivos:   Traumas agudos, como torções, deslocamentos e impactos sofridos diretamente pela articulação; Sobrecarga; Fatores genéticos; Desalinhamento, Lesões prévias; Processos inflamatórios.    Condromalácia patelar e condropatias    A condropatia se refere a lesões cartilaginosas que afetam diretamente a rótula. Já a condromalácia patelar é resultado de um processo de amolecimento cartilaginoso, que prejudica a funcionalidade desse tecido. Ambas as condições podem ser consideravelmente incômodas e impactar a mobilidade e qualidade de vida do paciente.   Uma vez que a cartilagem apresenta um baixíssimo potencial de regeneração, visto que se trata de um tecido avascular (que não recebe suprimento de sangue) ela não consegue se recuperar e retomar a sua forma íntegra. As doenças que afetam esse tecido apresentam um desgaste progressivo, que pode resultar em artrose ou osteoartrite.   Para diagnosticar lesões de cartilagem como a condromalácia patelar e as condropatías é necessário buscar a avaliação de um médico especialista. Para obter um diagnóstico preciso o médico irá realizar uma avaliação física e solicitar alguns exames complementares, como é o caso das radiografias e a ressonância magnética.   Uma vez determinado diagnóstico, pode ser iniciado o tratamento de acordo com  a intensidade dos sintomas relatados, o tipo de atividade física que é praticada e o tamanho da lesão localizada. Via de regra, o tratamento inicial para lesões cartilaginosas é conservador, incluindo:   Fortalecimento através de atividades físicas específicas; Fisioterapia; Redução da sobrecarga; Controle do peso corporal; Medicação anti-inflamatória e analgésica; Utilização de palmilhas e órteses para reduzir a sobrecarga; Infiltração com medicamentos específicos.   O tratamento cirúrgico é indicado nos casos onde o tratamento conservador não conseguiu alcançar os resultados esperados e o paciente ainda apresenta intensos. Essa abordagem também pode ser recomendada no caso de lesões cartilaginosas muito grandes, presença de lesões associadas como fraturas ou lesões meniscais e para pacientes muito ativos que precisam retomar as atividades esportivas. É muito importante contar com um médico especialista de confiança para iniciar o tratamento o quanto antes e retomar a sua mobilidade.   Independentemente do caso, diante dos sintomas é necessário buscar ajuda de um médico especialista para uma correta avaliação e início do tratamento.  

Sintomas mais comuns de lesão de ligamento cruzado anterior

ligamento cruzado anterior

O Ligamento Cruzado Anterior é uma estrutura resistente e elástica, capaz de suportar muita tensão e pressão. Contudo, quando os seus limites são exacerbados, ele pode acabar sofrendo uma lesão, causando uma grande desestabilização no joelho. A lesão de ligamento cruzado anterior pode ser percebida com clareza no momento da sua incidência, principalmente nos casos onde acontece o rompimento do ligamento.   O ligamento cruzado anterior contribui para a movimentação e rotação da articulação do joelho, ajudando a distribuir o peso com eficiência. Ele também é responsável pela transmissão sensorial, de forma que nós conseguimos sentir o movimento que ocorre nessa situação com bastante precisão. Sintomas de lesão A lesão de ligamento cruzado anterior pode causar os seguintes sintomas:   Inchaço local imediato; Dor intensa no joelho; Dificuldade para sustentar o peso com a perna que foi lesionada; Instabilidade para caminhar.    Com o decorrer do tempo, esses sintomas podem se reduzir consideravelmente, e em muitos casos, o paciente pode até voltar a praticar esportes de alto impacto. Porém, deixar de tratar uma lesão de ligamento cruzado anterior pode favorecer a ocorrência de lesões em outras estruturas presentes no joelho, como a cartilagem e os meniscos, resultando, muitas vezes, em um quadro grave de artrose.   Como é o tratamento da lesão de ligamento cruzado anterior?     Em pacientes mais jovens, ou em atletas de alto impacto, um rompimento do ligamento cruzado anterior pode prejudicar consideravelmente a rotina, de forma que o médico responsável pelo tratamento pode indicar a realização de uma cirurgia para a reconstrução dessa estrutura. Isso porque o ligamento não tem a capacidade de regeneração e não cicatriza sozinho, precisando ser reconstruído cirurgicamente.   Para tal, o médico utiliza enxertos ligamentares ou tendíneos, que são fixados na Tíbia e no  fêmur, simulando a posição do LCA.   É muito comum que as lesões do ligamento cruzado sejam associadas a lesões de outras estruturas, como os meniscos e a cartilagem, sendo necessário realizar uma avaliação completa das estruturas para realizar a cirurgia.   Via de regra, esse procedimento é feito através dos artroscopia, que demanda apenas algumas incisões no joelho para a introdução de uma microcâmera e dos instrumentos necessários para reconstruir a estrutura.   As primeiras quatro semanas após a cirurgia são mais delicadas. O paciente precisa permanecer em repouso relativo e retomar suas atividades de forma progressiva. Isso não é válido nos casos onde a atividade envolve esforço excessivo, como agachamento, carregamento de peso ou posições desconfortáveis por um longo período de tempo.  

Tratamento para dor no joelho

dor no joelho

Dependendo da sua rotina e das atividades que você exerce no dia a dia, a dor no joelho pode ser um sintoma bastante comum e afetar pessoas de todos os sexos e idades. Esse desconforto pode se apresentar de maneira repentina ou após realizar algum movimento ou atividade específica.   Entretanto, por se tratar de um sintoma comum, a dor pode estar associada a lesões de diversos tipos, sendo necessário contar com uma avaliação médica adequada para conseguir diagnosticar e tratar esta condição da melhor forma possível.   Dependendo do problema que está causando a dor no joelho, o tratamento pode ser rápido ou necessitar de uma intervenção cirúrgica. Para te ajudar, separamos as principais causas de dor e qual a melhor abordagem para resolver o problema.   Quais as principais causas de dor no joelho   Podendo ser desencadeada após um impacto ou por conta do envelhecimento das suas estruturas, a dor pode ter inúmeras causas, sendo as principais:   Condromalácia patelar: desencadeada pelo esforço repetitivo ou sobrecarga sofrida na articulação, a condromalácia patelar é uma das causas mais comuns de dor no joelho. o tratamento dessa condição costuma ser conservador e inclui medicamentos para controle da dor e inflamação, infiltração articular e fisioterapia.   Rompimento de menisco : os meniscos são estruturas cartilaginosas que contribuem para a absorção do impacto e são das estruturas do joelho. Por serem muito delicadas, elas estão altamente sujeitas a sofrerem lesões que causam dor intensa no joelho.    Lesões ligamentares: os nossos joelhos contam com ligamentos que proporcionam estabilidade e permitem a execução de movimentos de extensão e flexão. as lesões ligamentares acabam causando dor intensa no joelho e prejudicam a mobilidade e estabilidade desta articulação.   Outras causas bastante comuns de dor no joelho são:   Entorse de joelho; Tendinite; Bursite; Doenças reumáticas; Infecções; Entre outros.   Além dessas causas, a dor pode estar associada a lesões traumáticas. Esse tipo de lesão geralmente afeta um dos ligamentos ou os meniscos presentes no joelho, que são responsáveis pelo amortecimento e redução de impacto entre as estruturas da articulação.   Aliados a dor, existem outros sintomas que também podem afetar esta articulação e contribuir para um diagnóstico mais preciso, como:   Inchaço; Sensação de Falseio, Crepitação; Dificuldade para caminhar; Deformidade; Rigidez; Entre outros.   É muito importante que o médico avalie a capacidade de movimentação do joelho e o histórico do paciente a fim de determinar possíveis causas de dor. Para contribuir para este diagnóstico, pode ser necessário realizar exames de imagem complementares, como é o caso da radiografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada.   Diante dos sintomas que afetam o joelho é muito importante buscar ajuda de um médico ortopedista da sua confiança para que seja feito uma avaliação completa e o tratamento seja iniciado. A abordagem a ser implementada vai depender da condição que está afetando o seu joelho e da gravidade da lesão, podendo incluir um tratamento conservador ou uma intervenção cirúrgica.

Torci o joelho, o que fazer?

torci o joelho

A entorse ou torção de joelho é uma lesão bastante comum e é resultado do estiramento excessivo dos ligamentos desta articulação. Imediatamente após a lesão, o paciente pode relatar dor intensa e dificuldade para se movimentar. Eu torci o joelho, e agora?   Antes de mais nada, precisamos estabelecer que diante de qualquer lesão sofrida é essencial buscar a ajuda de um médico especialista para uma avaliação e diagnóstico. Somente o ortopedista poderá determinar a gravidade da lesão e qual é o melhor tratamento a ser implementado no seu caso.   A torção de joelho é separada em níveis de gravidade, sendo:   Grau 1: nesse caso, os ligamentos sofrem um estiramento mas não houve rompimento das suas fibras. os pacientes que sofreram esse tipo de lesão ainda possuem estabilidade na articulação.   Grau 2: as lesões de grau 2 são caracterizadas pelo rompimento parcial dos ligamentos do joelho. Nesse caso, o paciente relata certa instabilidade ao sustentar peso ou realizar determinados movimentos.   Grau 3: esse tipo de lesão resulta em dor intensa e é caracterizada pela ruptura total de pelo menos um dos ligamentos presentes no joelho, sendo o tipo de entorse grave.   Como saber se eu realmente torci o joelho?   Geralmente, a entorse de joelho é uma lesão bastante evidente. Isso porque o mecanismo que resulta nesse tipo de lesão é bastante específico e os sintomas são sentidos imediatamente.    Quando acontece uma torção de joelho, a articulação acaba realizando um movimento que ultrapassa o seu limite. Além da dor, o paciente que sofreu a torção de joelho também pode relatar:   Inchaço localizado; Aumento da temperatura local; Rigidez; Instabilidade; Sensação de falseio; Hematomas.   Para realizar um diagnóstico preciso identificar a gravidade da lesão, o médico precisa entender como a lesão aconteceu e realizaram um exame minucioso no paciente. Para complementar o diagnóstico, também podem ser solicitados exames de imagem como ressonância magnética, raio-X ou ultrassonografia.   Determinado diagnóstico, pode ser iniciado o tratamento, dependendo da gravidade da lesão. Nos casos das entorses mais simples onde não há ruptura do ligamento, o médico pode recomendar:   Aplicação de compressas de gelo; Elevação do membro lesionado; Medicamentos para controle da dor e da inflamação; Repouso; Utilização de meias de compressão para reduzir o inchaço; Fisioterapia. Leia mais: Sintomas de lesão de ligamentos do joelho Nas lesões de grau 2 pode ser necessário imobilizar o membro afetado para reduzir a incidência da movimentação e proporcionar uma recuperação mais completa. As lesões mais graves podem necessitar de uma abordagem cirúrgica para restabelecer a funcionalidade do joelho e recuperar o ligamento afetado.