Quais são os riscos da osteotomia do joelho?

osteotomia do joelho

A osteotomia do joelho é um procedimento cirúrgico indicado para correção de deformidades nos ossos e alívio da dor em pessoas com problemas articulares, como a osteoartrite. Embora seja uma opção eficaz para muitos pacientes, ela também envolve certos riscos que precisam ser considerados antes de sua realização. Neste material, vamos discutir os principais riscos associados a esse procedimento, para que você tenha uma visão detalhada sobre o que esperar e como minimizar as complicações após a cirurgia. Infecção pós-operatória A infecção pós-operatória é um dos riscos mais comuns em qualquer abordagem cirúrgica, incluindo a osteotomia de joelho. Durante o procedimento, a pele é cortada, criando uma porta de entrada para bactérias e outros agentes. Embora os profissionais tomem medidas rigorosas de esterilização para minimizar esse risco, ele nunca pode ser completamente eliminado. A infecção pode ocorrer na área da incisão ou dentro da articulação do joelho, o que exige tratamento adicional com antibióticos e, em casos mais graves, uma nova cirurgia. Além disso, a infecção pode causar inchaço e febre. Quando não tratada adequadamente, pode levar a complicações graves, como a perda funcional da articulação. É muito importante que os pacientes sigam todas as orientações médicas pós-cirurgia para reduzir o risco de infecção, como a limpeza adequada das feridas e o uso dos medicamentos prescritos. Sangramentos excessivos O sangramento é outro risco que pode ocorrer durante a osteotomia de joelho. O sangramento excessivo é um risco maior em pacientes que têm problemas de coagulação sanguínea ou que tomam medicamentos anticoagulantes. Durante a intervenção cirúrgica, há a possibilidade de lesionar vasos sanguíneos, resultando em sangramentos. Embora os cirurgiões passem por um treinamento intenso para controlar e minimizar esse risco, em alguns casos, a perda de sangue pode ser significativa, exigindo transfusões e medidas tradicionais. Após a cirurgia, é necessário que o paciente monitore sinais de sangramento excessivo, como drenagem comum de sangue ou grandes hematomas. Quando não tratado, o sangramento pode comprometer a recuperação, prejudicando a cicatrização da ferida e retardando o processo de reabilitação. Danos aos nervos e vasos sanguíneos A osteotomia do joelho envolve o corte e reposicionamento dos ossos, o que pode colocar os nervos e vasos sanguíneos em risco. Em casos raros, pode ocorrer a lesão dessas estruturas, resultando em dormência, perda de sensibilidade e formigamento. Quando ocorre dano aos nervos, isso também pode afetar a função motora do joelho, e, em alguns casos, levar a dor crônica. A recuperação após uma lesão nervosa pode ser prolongada e, em alguns casos, permanente. Contudo, a maioria dos danos nervosos é temporária, com uma recuperação total ocorrendo em poucos meses. É necessário que o cirurgião avalie cuidadosamente o risco de lesão nervosa durante a cirurgia, buscando evitar qualquer tipo de complicação. Falha na fixação óssea Após a osteotomia, a fixação óssea é fundamental para o sucesso do procedimento. A falha na fixação óssea acontece quando os ossos não se fundem adequadamente ou se deslocam após a cirurgia. Esse fator pode ocorrer devido a complicações durante o procedimento ou à falta de adesão ao tratamento pós-cirúrgico, como uso inadequado do suporte para o joelho ou retomada precoce das atividades físicas. Quando essa fixação óssea falha, a cirurgia pode ser considerada mal-sucedida, sendo necessário realizar um novo procedimento. Além disso, aumenta-se o tempo de recuperação, e o paciente acaba sofrendo com dor e com a possibilidade de um tratamento menos eficaz a longo prazo. Risco de artrose persistente ou recorrente Embora a osteotomia do joelho seja muito eficaz para melhorar a função articular e aliviar a dor, ela não é uma cura para a osteoartrite. A artrose pode continuar seu desenvolvimento, levando a uma possível recorrência dos sintomas, como rigidez e dor no joelho. Além disso, alguns pacientes podem não obter os resultados esperados, com a persistência dos sintomas, apesar da correção realizada durante a cirurgia. A possibilidade de recorrência pode depender de diversos fatores, como o grau de degeneração articular, a adesão do paciente à reabilitação, entre outros. Em alguns casos, pode ser necessário considerar outras alternativas, como a substituição total do joelho (artroplastia). A osteotomia é um procedimento eficaz para muitos pacientes com deformidades no joelho, mas, como toda intervenção cirúrgica, apresenta seus riscos. Infecções, sangramentos, danos aos nervos e vasos, falha na fixação óssea e a possibilidade de recorrência dos sintomas de artrose são os principais riscos que os pacientes devem considerar. Se você está considerando a osteotomia do joelho e tem dúvidas sobre o procedimento, agende uma consulta conosco para discutir as suas opções de tratamento.

Joelho Desalinhado Pode Causar Artrose?

joelho desalinhado

O desalinhamento do joelho é uma doença que afeta a postura e a distribuição do peso corporal, desencadeando dor e desconforto. Mas será que essa condição leva ao desenvolvimento da artrose? O desalinhamento do joelho acontece quando uma articulação não está devidamente alinhada, causando um desequilíbrio na distribuição da carga e aumentando a pressão sobre determinadas áreas da cartilagem. Existem dois tipos principais de desalinhamento: o geno varo, que acontece quando os joelhos se curvam para fora, e o geno valgo, quando os joelhos se curvam para dentro. Esse desalinhamento pode ser causado por fatores genéticos, problemas musculares, lesões e até mesmo a utilização de calçados inadequados. Com o tempo, essa pressão em desequilíbrio pode desgastar a cartilagem, levando à artrose. A identificação precoce desse desalinhamento é fundamental para evitar o agravamento do problema e prevenir complicações. Como o Desalinhamento Contribui para o Surgimento da Artrose? O joelho desalinhado exerce uma carga excessiva e desequilibrada sobre certas regiões da articulação, favorecendo o desgaste cartilaginoso. Esse desgaste progressivo é um dos principais fatores que levam à artrose, uma doença degenerativa que causa dor, limitação do movimento e rigidez articular. A artrose se desenvolve quando a cartilagem, que age como amortecedor entre os ossos, sofre deterioração. Com o passar do tempo, o atrito constante entre os ossos aumenta, resultando em um quadro de dor e inflamação. Pessoas com desalinhamento do joelho são mais propensas a desenvolver artrose precocemente, principalmente se praticam atividades físicas de alto impacto sem um acompanhamento adequado. O tratamento preventivo é a correção do alinhamento para retardar o desenvolvimento da artrose e melhorar a qualidade de vida. Quais São os Sintomas e Sinais de Artrose Relacionados ao Desalinhamento Articular? Os sintomas da artrose associada ao desalinhamento do joelho incluem dor, rigidez articular, inchaço e dificuldade em realizar movimentos simples, como caminhar longas distâncias ou subir escadas. A dor relacionada a esse desgaste piora com atividades físicas e pode ser acompanhada de estalos ou sensação de travamento. Já nos casos avançados, o joelho também apresenta deformidade visível. É muito importante buscar ajuda de um ortopedista da sua confiança ao notar esses sinais, principalmente se houver histórico de desalinhamento ou lesões prévias no joelho. O diagnóstico precoce permite um tratamento mais eficaz, evitando a progressão da artrose e preservando a mobilidade do paciente. Tratamentos e Prevenção da Artrose Causada pelo Desalinhamento O tratamento para artrose relacionada ao desalinhamento do joelho pode incluir fisioterapia, medicação anti-inflamatória, palmilhas ortopédicas e, em casos mais graves, cirurgia para o realinhamento da articulação. A fisioterapia fortalece os músculos ao redor da articulação, ajudando na estabilização e reduzindo a sobrecarga da cartilagem. A utilização de palmilhas personalizadas ajuda a corrigir o alinhamento e distribuir melhor o peso corporal. Nos casos mais avançados, a osteotomia ou a substituição parcial ou total do joelho podem ser necessárias para aliviar a dor e restaurar a mobilidade e função articular. A adoção de hábitos saudáveis, como praticar exercícios de baixo impacto e manter um peso adequado, também ajuda na prevenção da artrose. Se você está sofrendo com dores no joelho e suspeita de desalinhamento, não ignore os sinais. Um tratamento precoce é fundamental para evitar complicações como a artrose, manter a saúde do seu joelho e garantir uma recuperação mais facilitada. Não deixe que a dor limite sua qualidade de vida. Entre em contato conosco e marque sua consulta agora mesmo!

Tratamento para Desgaste de Cartilagem no Joelho em Pacientes Idosos

Tratamento para Desgaste de Cartilagem no Joelho em Pacientes Idosos

O desgaste de cartilagem no joelho, também conhecido como osteoartrite, é uma condição muito comum entre os idosos. Com o envelhecimento, as articulações sofrem um desgaste natural, e a cartilagem, que funciona como amortecedor entre os ossos, começa a se deteriorar. O resultado disso é dor, rigidez e dificuldade de movimento, prejudicando significativamente a rotina e a qualidade de vida dos pacientes. A cartilagem articular é um tecido flexível e liso que recobre as extremidades dos ossos, permitindo movimentos suaves e sem atrito. Com o tempo, essa cartilagem se desgasta devido ao uso excessivo ou a condições como a osteoartrite, iniciando um processo inflamatório que resulta em dor. No caso dos idosos, o desgaste cartilaginoso é agravado pela redução natural da capacidade regenerativa, incluindo também fatores de risco como histórico de lesões nos joelhos, predisposição genética e excesso de peso. A diminuição da prática de atividades físicas também acelera o enfraquecimento muscular, contribuindo para esse desgaste. Inicialmente, essa condição se manifesta como dor ao caminhar, inchaço no joelho e rigidez ao acordar. Nos estágios mais avançados, pode causar deformidades, impactando a qualidade de vida do idoso. Por essa razão, é fundamental buscar tratamentos adequados para gerenciar a progressão da osteoartrite e melhorar a mobilidade do paciente. Tratamentos Conservadores: Medicamentos e Fisioterapia Para muitos idosos, o tratamento inicial do desgaste de cartilagem no joelho envolve uma abordagem conservadora, incluindo o uso de medicamentos e fisioterapia. A fisioterapia tem como objetivo principal fortalecer os músculos ao redor do joelho, melhorando a amplitude de movimento e reduzindo a pressão sobre a articulação. São implementados exercícios específicos para o quadríceps e os isquiotibiais, contribuindo para a estabilidade do joelho e a redução da dor. Leia também: Como reduzir a dor no joelho com artrose O uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides é bastante comum para controlar a dor e a inflamação. Esses medicamentos aliviam o desconforto e melhoram a mobilidade nas atividades diárias. Em casos de dores mais intensas, podem ser recomendadas injeções de corticosteroides diretamente na articulação para alívio temporário. Infiltração de Ácido Hialurônico para Lubrificação Articular A infiltração de ácido hialurônico é uma opção de tratamento menos invasiva, especialmente indicada para pacientes idosos com desgaste moderado de cartilagem. O ácido hialurônico é uma substância naturalmente presente no líquido sinovial das articulações, cuja principal função é lubrificar e amortecer os movimentos. Quando a cartilagem começa a se desgastar, a quantidade desse líquido diminui, tornando a articulação mais suscetível a atritos e lesões. A aplicação é feita diretamente nas articulações, ajudando a restaurar a lubrificação e a melhorar a absorção de impactos, aliviando a dor e proporcionando maior conforto durante o movimento. Esse tratamento é bastante seguro para idosos e pode ser repetido em intervalos regulares, dependendo da resposta do paciente e da intensidade da dor. Embora esse procedimento não reverta o desgaste cartilaginoso, ele retarda o avanço da osteoartrite e melhora a qualidade de vida. Por essa razão, é útil para quem deseja adiar a necessidade de uma intervenção cirúrgica mais invasiva. Tratamento Cirúrgico: Quando é Necessário? A intervenção cirúrgica geralmente é recomendada quando o desgaste da cartilagem está em estágio avançado e os tratamentos conservadores não proporcionam mais o alívio esperado. Para os pacientes idosos, a cirurgia de substituição total do joelho (artroplastia) é uma das estratégias mais recomendadas. Esse procedimento substitui as superfícies desgastadas por próteses artificiais, restaurando a função da articulação. A artroplastia tem demonstrado excelentes resultados em pacientes idosos, garantindo alívio duradouro da dor e permitindo uma recuperação significativa da mobilidade. Embora seja uma intervenção invasiva, os avanços médicos garantem uma recuperação mais rápida e confortável. No entanto, é essencial que o paciente esteja em boas condições de saúde para passar pelo procedimento e pelo processo de reabilitação. Além da substituição do joelho, em casos menos graves, pode ser indicada uma cirurgia artroscópica para remover detritos de cartilagem solta e suavizar as superfícies desgastadas. Essa intervenção é menos invasiva e pode ser uma alternativa temporária para o desgaste moderado. Reabilitação Pós-Cirúrgica A reabilitação desempenha um papel indispensável na recuperação do paciente idoso com desgaste de cartilagem no joelho, seja após uma intervenção cirúrgica ou durante o tratamento conservador. Em qualquer caso, a fisioterapia intensiva é necessária para garantir que o paciente recupere sua força muscular, mobilidade e confiança para retomar suas tarefas e atividades diárias. O monitoramento a longo prazo é essencial para gerenciar a condição e prevenir novos desgastes. O acompanhamento médico regular, aliado a um estilo de vida ativo e saudável, pode ajudar a manter os benefícios alcançados com o tratamento. Além disso, é fundamental que o paciente mantenha o peso sob controle e adote uma alimentação rica em nutrientes que favoreçam a saúde das articulações, como vitamina D e ômega-3. O suporte psicológico e emocional também é vital nesse processo, principalmente para pacientes que podem enfrentar dificuldades na adaptação à sua nova realidade física. Se você ou um ente querido sofre com desgaste de cartilagem no joelho, agende uma consulta conosco para uma avaliação personalizada. Estamos prontos para oferecer as melhores opções de tratamento e ajudá-lo a recuperar sua qualidade de vida!

Quais os primeiros sinais de artrose no joelho e como diagnosticá-los precocemente?

Quais os primeiros sinais de artrose no joelho e como diagnosticá-los precocemente

A artrose, também conhecida como osteoartrite, é uma doença articular muito comum, afetando especialmente o joelho. Com o desgaste progressivo da cartilagem responsável por recobrir os ossos da articulação, os sintomas começam de maneira sutil e podem ser ignorados até que a condição avance. Identificar os primeiros sinais de artrose no joelho é fundamental para controlar a doença e contribuir para a qualidade de vida do paciente. Veja a seguir os principais sinais de artrose no joelho e como pode ser feito o diagnóstico: Sinais de Artrose: Dor no joelho ao realizar movimentos simples A dor que aparece durante atividades cotidianas é um dos primeiros sinais de artrose no joelho, surgindo ao realizar movimentos como caminhar, agachar ou subir escadas. Na fase inicial, essa dor pode se apresentar de maneira leve e intermitente, surgindo após longos períodos em pé ou no final do dia. Com o passar do tempo e o avanço da doença, essa dor se torna mais frequente e intensa, prejudicando a realização de movimentos que antes eram considerados fáceis. Leia Também: Dor na Frente do Joelho ao Subir Rampas: Quando se Preocupar? Essa dor está relacionada ao desgaste da cartilagem, que faz com que os ossos estejam mais expostos e vulneráveis. A ausência de uma camada protetora adequada torna as articulações rígidas e sensíveis, incidindo também a inflamação ao redor do joelho, que aumenta a sensação de desconforto. Quando essa dor não é tratada, ela pode progredir e impactar significativamente a mobilidade. Portanto, é crucial prestar atenção a qualquer desconforto repetitivo e buscar ajuda médica logo nos primeiros sinais. Sinais de Artrose: Rigidez articular ao acordar A rigidez articular ao acordar também é um sinal de que há algo errado. Essa rigidez geralmente acontece logo ao acordar ou após longos períodos de inatividade, como ficar sentado por muito tempo, durando alguns minutos, mas desaparecendo à medida que a articulação é movimentada. Leia também : Como Tratar a Dor no Joelho Após Longos Períodos Sentado? Essa rigidez ocorre porque, devido ao desgaste da cartilagem, a lubrificação natural da articulação reduz consideravelmente, prejudicando o movimento fluido do joelho. Na fase inicial da artrose, essa sensação pode ser bastante sutil, mas, conforme a doença avança, ela se torna mais prolongada e intensa, prejudicando a realização de atividades do cotidiano. Embora muitas vezes seja negligenciada, esse sintoma é um forte indicativo de que algo está errado na articulação. Se a rigidez se mostra frequente e persistente, pode ser um sinal de que a artrose está avançando e é necessário um diagnóstico médico para prevenir a progressão da condição. Inchaço e sensação de calor no joelho O inchaço na região do joelho é outro sinal característico de artrose, principalmente se ele vier acompanhado por uma sensação de calor no local. Esse sintoma ocorre principalmente devido à inflamação dentro da articulação, que é uma resposta do corpo ao desgaste da cartilagem e à fricção entre os ossos. Essa inflamação pode ser mais perceptível após a realização de atividades físicas ou no final do dia, quando a articulação foi mais exigida. Embora possa ser leve nos estágios iniciais da artrose, ele se torna mais evidente nas fases mais avançadas, limitando ainda mais a mobilidade do paciente. Nesse sentido, é necessário monitorar qualquer inchaço ou inflamação, mesmo que temporários. Esses sinais, quando combinados com dor e rigidez, indicam que o joelho está sobrecarregado e que uma avaliação médica é necessária. Sons de estalos ao movimentar o joelho Muitos pacientes que sofrem com artrose no joelho relatam ouvir estalos ao movimentar a articulação, sintoma conhecido como crepitação. Isso acontece quando a cartilagem protetora está desgastada, fazendo com que os ossos esfreguem diretamente uns contra os outros durante o movimento. Além de ser desconfortável, esse som também é um sinal claro de que algo não está funcionando adequadamente. Na fase inicial da artrose, esse estalo pode ser um incômodo leve, mas pode piorar e se tornar mais frequente com o avanço da doença. Em alguns casos, os pacientes relatam que ele vem acompanhado de dor, sendo mais notado ao subir e descer escadas, agachar ou esticar a perna após longos períodos de repouso. Redução da amplitude de movimento A amplitude de movimento pode começar a reduzir gradualmente com a progressão da artrose. Isso significa que atividades que eram realizadas com facilidade, como esticar a perna ou agachar, podem se tornar mais dolorosas. Embora essa redução não possa ser percebida inicialmente, aos poucos ela afeta a qualidade de vida do paciente e interfere na realização de tarefas simples. A redução da amplitude de movimento ocorre devido à combinação de fatores como a perda de cartilagem, acúmulo de líquido na articulação e inflamação. Nas fases mais avançadas da artrose, a rigidez pode se intensificar, e os movimentos básicos podem ser acompanhados de dor intensa, limitando significativamente a mobilidade. Se você está percebendo algum desses sintomas, isso pode ser um indicativo de artrose no joelho. O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida. Agende sua consulta conosco!

Tratamento da artrose de joelho em idosos, opções para os diferentes graus

artrose

Artrose de joelho em idosos é um dos diagnósticos mais frequentes no consultório do ortopedista, sendo uma doença causada pelo desgaste cartilaginoso e processo inflamatório que afeta a articulação. Por conta do inchaço e da dor que pode piorar com a realização de esforços, essa doença pode ser bastante incapacitante e impactar a qualidade de vida do paciente. O que muita gente não sabe é que o tratamento sem cirurgia da artrose é uma das abordagens mais indicadas na atualidade, até mesmo para pacientes que apresentam graus mais graves de artrose. Essa abordagem conservadora Costuma se basear em quatro fatores principais, sendo:  O principal desafio no tratamento de artrose de joelho em idosos está na dor causada pela condição. Essa dor pode ser bastante impactante e prejudicar a realização de atividades físicas e iniciar um processo de reabilitação. Por esse motivo, o primeiro passo é estabelecer medidas para controlar esses sintomas. O controle da dor nos pacientes com artrose de joelho fica por conta de medicamentos analgésicos anti-inflamatórios, e medicações sintomáticas de ação lenta, como é o caso da glucosamina, colágeno, condroitina, entre outros. Leia também: Como reduzir a dor do joelho com artrose Outra medida bastante implementada nesses casos é a realização de infiltração articular, com ajuda de ácido hialurônico, corticoides ou medicamentos específicos. A abordagem utilizada vai depender do quadro do paciente e das suas necessidades. Alguns médicos também recomendam a realização de bloqueio nervoso para reduzir a sensação de dor e garantir que o paciente consiga realizar as suas atividades com mais conforto. A escolha da abordagem a ser implementada vai depender do Grau da artrose do joelho em idosos. Essa classificação funciona da seguinte forma: Leia também: Você sabe o que é pseudoartrose Diante dessas características, é fundamental contar com a avaliação de um médico especialista para determinar qual a melhor abordagem e o tipo de tratamento que será implementado para melhora dos sintomas.

Tratamento Não Cirúrgico para Condromalácia Patelar: Opções e Eficácia

Tratamento Não Cirúrgico para Condromalácia Patelar Opções e Eficácia

O tratamento não cirúrgico para condromalácia patelar é uma abordagem implementada pelos médicos que pode garantir excelentes resultados para o paciente que busca a melhoria dos sintomas. Através dessa abordagem é possível evitar uma intervenção cirúrgica e recuperar a qualidade de vida sem a necessidade de um Tratamento mais invasivo. Essa abordagem conservadora costuma ter como principal foco recuperar a amplitude de movimento, combater a dor e contribuir para o fortalecimento articular. Nesse sentido, são implementadas algumas medidas fundamentais, como veremos a seguir: Mudança da atividade física A alteração do tipo de atividade que é realizada durante a rotina pode contribuir para a melhoria do seu joelho. Isso significa que realizar atividades de baixo impacto vai reduzir a sobrecarga na sua articulação e ajudar a se recuperar de maneira mais efetiva. Controle do Peso corporal O excesso de peso também está associado ao pior dos sintomas de quem sofre com condromalácia patelar, principalmente por conta da sobrecarga que esse peso em excesso exerce sobre a articulação. O controle de peso pode ajudar a manter a dor mais controlada e evitar a piora da doença. Medicamentos para Condromalácia Patelar O médico pode recomendar alguns medicamentos  para aliviar a dor e o processo inflamatório. Anti-inflamatórios não esteróides ajudam no alívio da dor e na redução do inchaço, mas devem ser utilizados de acordo com a orientação médica por conta dos seus efeitos colaterais. A utilização de suplementos como glucosamina, piascledine, colágeno e condroitina só deve ser iniciada caso o médico responsável pelo seu tratamento os recomende, sendo fundamental contar com a orientação profissional. Fisioterapia para Condromalácia Patelar A fisioterapia é um processo fundamental para o paciente que deseja se recuperar e combater os sintomas causados pela condromalácia patelar. Através de uma abordagem fisioterapêutica é possível garantir o fortalecimento muscular, manutenção e recuperação do arco do movimento e melhora da dor. Leia também: Sintomas da Condromalácia Patelar Infiltração com ácido hialurônico O ácido hialurônico é um componente natural do nosso corpo. Entretanto, em pacientes com problemas cartilaginosos acabam apresentando uma menor concentração dessa substância. Por essa razão, a infiltração com ácido hialurônico pode ser bastante benéfica para diminuir a dor e o atrito sofrido pela articulação danificada. Abordagens alternativas para Condromalácia Patelar Existem algumas abordagens alternativas que podem te ajudar a aliviar os sintomas, como é o caso da acupuntura. Nesse sentido, é imprescindível contar com profissional qualificado e que tenha todo o conhecimento para contribuir para o seu tratamento, evitando a piora dos sintomas e prejudicando a sua mobilidade ainda mais. Qual o melhor tratamento? A melhor abordagem a ser implementada para o seu caso vai depender da avaliação do seu médico. Por esse motivo, é muito importante contar com a orientação desse profissional, que poderá avaliar o seu quadro e entender quais as reais necessidades do seu corpo. Também é muito importante seguir todas as recomendações passadas pelo profissional, como forma de garantir uma melhor recuperação e trazer uma maior qualidade de vida. Sabemos que a condromalácia patelar pode ser bastante impactante prejudicar a realização de diversas atividades, de forma que, quanto melhor e mais efetivo for o tratamento, melhores serão os seus resultados. De qualquer forma, caso a abordagem conservadora não consiga entregar os resultados esperados, é possível proceder para um tratamento cirúrgico. Essa intervenção é indicada quando o paciente ainda sofre com os sintomas da condição e as alternativas conservadoras não conseguem proporcionar nenhuma melhoria. Para isso, existem diversas técnicas que podem ser realizadas. A melhor abordagem vai depender da orientação do profissional responsável pelo seu tratamento.