Lesão do LCA – qual o melhor tratamento

Lesão do LCA - qual o melhor tratamento

Uma das principais funções do Ligamento Cruzado Anterior é garantir a estabilidade do joelho, sendo uma das estruturas mais importantes dessa articulação. Por atingir uma região tão delicada, os pacientes que sofrem de lesão do LCA podem ter muita dificuldade em praticar atividades físicas, principalmente em esportes onde são necessários movimentos rápidos e de mudança brusca de direção, como acontece no basquete, futebol, artes marciais, entre outros. Por resultar em uma maior instabilidade na articulação, pacientes que sofreram de lesão do LCA acabam sendo mais suscetíveis a outros tipos de lesões, como a condromalácia (condição que afeta a cartilagem), ou lesões de menisco. A ruptura deste ligamento costuma acontecer após uma torção do joelho, quando o mecanismo gira além da capacidade da articulação, com o pé fixo no solo. Podemos ver esse tipo de movimento de forma bastante frequente nos esportes. No momento do trauma, o paciente pode sentir uma dor súbita e intensa no joelho afetado, seguido por um inchaço localizado que tende a aparecer logo após a lesão. É imprescindível que, logo após a lesão, o paciente procure a ajuda de um médico especialista que possa realizar o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento. Será necessária a realização de exames clínicos e complementares a fim de avaliar a extensão da lesão do LCA e evitar que o paciente tenha uma piora no quadro. O médico pode solicitar além da radiografia, a realização de ressonância magnética. Uma vez realizado o diagnóstico, será necessário que o médico controle os sintomas da lesão antes mesmo de iniciar o tratamento, com o controle da dor e a redução do inchaço. Como é feito o tratamento da lesão do LCA? Inicialmente, o médico pode optar por uma abordagem mais conservadora para o tratamento da lesão do LCA, como a fisioterapia e medicamentos para dor. Contudo, principalmente para indivíduos mais jovens e para atletas, a melhor alternativa para o tratamento da lesão do LCA é a cirurgia de reconstrução ligamentar. Isso porque, por conta da prática esportiva, esse paciente pode acabar sofrendo novas lesões. Através desse procedimento cirúrgico, conhecido como Artroscopia, o ligamento é reconstruído e a mobilidade do joelho é restaurada, devolvendo a qualidade de vida para o paciente. A maior vantagem dessa cirurgia é que ela é relativamente simples. Durante o procedimento, o ligamento cruzado anterior é reconstruído com a ajuda de um enxerto do tendão ou de outro ligamento. Os tecidos mais utilizados nesse procedimento são: ligamento patelar e os tendões flexores da articulação do joelho, sendo que a escolha vai depender das condições do paciente e do resultado dos exames realizados. Para que o procedimento tenha sucesso, é importante que todo o pré-operatório seja respeitado de acordo com as especificações médicas. A reabilitação também tem um papel fundamental nesse processo, pois é através dela que o paciente conseguirá restabelecer seus movimentos, força e confiança. Normalmente, é respeitado um tempo de pelo menos seis meses de fisioterapia. Sempre que necessário, entre em contato com um médico de confiança para obter uma avaliação adequada e o melhor tratamento para a sua lesão.

Artroscopia – quando é indicada?

Artroscopia - quando é indicada

A artroscopia é um procedimento minimamente invasivo, que permite que o médico visualize todas as estruturas presentes no joelho com bastante clareza através do artroscópio. Esse instrumento consiste em uma espécie de haste com uma microcâmera na ponta, e um valioso aliado da equipe médica no diagnóstico e tratamento de lesões nas articulações. Esse procedimento é bastante utilizado no tratamento de problemas nas articulações, como joelho, tornozelo, quadril, ombro, cotovelos, etc. Por ser um procedimento simples, ele garante inúmeras vantagens para o paciente, como: • Incisões menores; • Redução do impacto ao organismo, se comparado à uma cirurgia mais invasiva; • Período de recuperação mais curto; • Pode ser aplicada com finalidades diagnósticas, etc. Como é feita a artroscopia? Com a ajuda de pequenas incisões no local a ser tratado, o artroscópio e os demais equipamentos são introduzidos na articulação. As imagens capturadas pela câmera presente no equipamento são transmitidas para um monitor, guiando o médico responsável durante a cirurgia e garantindo uma visualização privilegiada das estruturas. Embora seja um procedimento minimamente invasivo, o paciente deve passar por um processo pré-operatório como em qualquer intervenção cirúrgica. O principal objetivo da avaliação pré-operatória é identificar se o paciente apresenta alguma condição clínica que o impeça de passar pelo procedimento, como problemas cardíacos, vasculares, propensão a hemorragias, alergias, histórico de infecções e muito mais. Mesmo que todo procedimento cirúrgico envolve diversos riscos, essa avaliação prévia ajuda a minimizar a possibilidade de problemas durante a cirurgia e no pós-operatório. Geralmente, a artroscopia é feita rapidamente, levando entre 45 minutos e uma hora, e dependendo do caso, o paciente pode receber alta no mesmo dia. Quem pode passar pela artroscopia? Como vimos, a artroscopia pode ser aplicada no tratamento de diversas articulações, inclusive para o diagnóstico de condições de difícil visualização. Através dela, o médico consegue reparar lesões meniscais, ligamentares e cartilaginosas, além de tratar instabilidades e coletar biópsias. Esse procedimento pode ser realizado em casos de: • Ruptura de menisco; • Artrite degenerativa; • Artrite piogênica; • Artrite Séptica; • Sinovite; • Remoção de fragmentos ósseos e cartilaginosos; • Impacto Femoroacetabular; • Lesões Labrais; • Entre muitos outros. A recuperação Como a Artroscopia é um procedimento de baixo impacto e minimamente invasivo, a recuperação após a cirurgia costuma ser bastante tranquila, e o paciente consegue realizar a maior parte das suas atividades rotineiras. Contudo, é muito importante seguir as orientações médicas de pós-operatório e tomar alguns cuidados essenciais, como repouso, compressa fria no local do procedimento, manter a elevação das pernas sempre que possível e a administração correta dos medicamentos prescristos pelo médico. Também pode ser necessário realizar algumas sessões de fisioterapia para garantir a mobilidade e a capacidade da articulação. O retorno às atividades e aos esportes vai depender da avaliação do médico e da gravidade da lesão que foi tratada. Na maior parte dos casos, o paciente já consegue caminhar sem a ajuda de muletas, mas caso necessário, o médico responsável pode recomendar a utilização de muletas ou bengalas durante o período de recuperação. Embora aconteçam raramente, complicações são possíveis em qualquer tipo de cirurgia, e diante de qualquer comportamento anormal ou sinal de alerta, procure a ajuda do médico responsável.

Alongamento ósseo no tratamento de lesões

Alongamento ósseo no tratamento de lesões

O alongamento ósseo vem se mostrando uma alternativa eficiente para o aumento de altura e no tratamento de deformidades dos membros superiores e inferiores. Esse procedimento ajuda na correção de deformidades que ocorreram na infância, ou no tratamento de lesões e irregularidades causadas por traumas e acidentes. No procedimento de alongamento ósseo, o osso a ser alongado passa por um lento e cuidadoso processo de distanciamento, de forma que as extremidades são estimuladas a produzir mais tecido através da regeneração óssea. isso é possível com a ajuda de um instrumento chamado fixador externo. Um corte é realizado no osso a ser alongado, e esse equipamento é fixado de forma que as extremidades sejam gradativamente afastadas. O tempo necessário com o fixador externo vai depender do quanto o osso precisa ser alongado, sendo que via de regra, são 5 centímetros no total. Para garantir um processo de regeneração adequado, é feito o alongamento de 1 milímetro por dia, totalizando 50 dias de tratamento, mais os 7 dias iniciais de adaptação ao fixador externo. O processo acontece em duas fases principais: Fase de alongamento: nessa etapa, as duas extremidades do osso que foi inicialmente dividido são cuidadosamente afastadas. Conforme esse afastamento acontece, o processo de regeneração faz com que um novo tecido ósseo seja produzido para preencher o espaço resultante. Como resposta a esse processo, os músculos, tendões e ligamentos também são lentamente alongados. Essa mudança na estrutura pode fazer com que a abrangência dos movimentos seja prejudicada, sendo necessário um processo de fisioterapia para garantir a qualidade dos movimentos e o sucesso do procedimento. Fase de consolidação: uma vez que o osso foi alongado no comprimento esperado, é iniciada a fase de consolidação óssea, onde o osso se regenera com o novo tamanho. A fisioterapia é imprescindível durante toda essa etapa. Assim como em qualquer procedimento cirúrgico, o alongamento ósseo no tratamento de lesões também pode apresentar algumas complicações, como: Infecções; Consolidação prematura; Lesões nos nervos; Entre outros. Por esse motivo, é muito importante contar com um médico especializado, que realize a indicação correta do procedimento para o tratamento das lesões. Além disso, é igualmente importante realizar um pré-operatório adequado, com o médico cardiologista de confiança, de forma a minimizar os riscos decorrentes do procedimento cirúrgico. A recuperação do procedimento de alongamento ósseo no tratamento de lesões é consideravelmente longo, de aproximadamente 1 mês para cada centímetro de osso alongado. Além disso, é necessário considerar o tempo necessário para que o osso restabeleça totalmente a sua força, o que pode levar cerca de dois anos a dois anos e meio. Aplicado ao tratamento de lesões, o alongamento ósseo pode ser indicado para indivíduos a partir de 8 anos de idade, mas isso dependerá da lesão e da necessidade de alongamento.

Síndrome Femoropatelar: como é feito o tratamento

Síndrome Femoropatelar como é feito o tratamento

Caracterizada por uma dor na parte frontal do joelho e ao redor da patela, a síndrome femoropatelar também é conhecida como joelho de saltador ou joelho de corredor. Esse problema acontece de forma mais frequente em indivíduos jovens, homens e mulheres atletas, mas também pode ocorrer em pessoas que não praticam esportes e atividades físicas. Por causar rigidez muscular e da dor causada por essa condição, o paciente pode apresentar alguma dificuldade em se ajoelhar, descer e subir escadas, ou até mesmo em realizar algumas atividades rotineiras, como permanecer sentado por muito tempo. O desenvolvimento dessa condição pode se dar por conta de inúmeros fatores (joelho valgo, rotação da tíbia, etc), que acabam gerando um desequilíbrio na biomecânica do joelho, entre a patela e o fêmur, aumentando o atrito entre essas duas estruturas. quando o indivíduo sofre com a síndrome femoropatelar, o fêmur acaba sofrendo uma pressão anormal quando flexionado. O paciente também pode relatar: sensação de crepitação ou rangido na articulação ao flexionar o joelho; sensibilidade na palpação; dor ao sentar, levantar ou esticar o joelho. Principais causas da síndrome femoropatelar Sobrecarga: aumento súbito na frequência dos exercícios, atividades físicas extenuantes, ou que exercem uma pressão repetida na articulação do joelho, uso de equipamentos inadequados, mudança na superfície onde o treino é realizado, mudanças no calçado, entre outros. Desalinhamento patelar: acontece quando há um deslocamento da rótula no sulco troclear, fazendo com que a patela seja deslocada para um lado, aumentando a pressão. Fraqueza muscular: desequilíbrios de força nos músculos do quadríceps podem fazer com que o rastreamento da patela seja alterado. Rigidez muscular: tensões musculares também podem causar alterações na articulação. Pé chato: pessoas que sofrem com pé chato estão mais propensas a desenvolver síndrome femoropatelar, pois acontece uma compensação desproporcional da tíbia. O tratamento da Síndrome Femoropatelar Inicialmente, dependendo da causa da síndrome, é aplicado o tratamento conservador aliado à fisioterapia. Essa abordagem ajuda a melhorar o deslizamento da patela sobre o sulco, além de melhorar a biomecânica da articulação e trazer um maior fortalecimento muscular. O tratamento conservador costuma entregar bons resultados, dependendo das características de cada paciente. Dependendo do caso, pode ser necessário mudar para uma atividade física de menor impacto, e os tratamentos complementares serão indicados pelo médico responsável pelo tratamento. Podem ser recomendados o enfaixamento do joelho, utilização de órteses ou suportes, avaliação do tipo de calçado utilizado, medicamentos para dor, entre outros. Em casos mais avançados, pode ser recomendada a cirurgia, principalmente nos casos onde a articulação apresenta condromalácia. Esse processo é feito por artroscopia, uma técnica minimamente invasiva. Na maioria dos casos, através desse tratamento o paciente consegue restabelecer a biomecânica da articulação e retomar a mobilidade.

Você sabe o que é pseudoartrose?

Você sabe o que é pseudoartrose

Quando uma fratura óssea acontece, as extremidades do osso lesionado podem levar de 4 a 2 semanas para conseguirem se unir, e até um ano para uma cicatrização completa. Esse processo é chamado de consolidação óssea, onde o tecido passa pela restauração e regeneração. quando a consolidação não acontece conforme o esperado, a lesão pode resultar em uma pseudoartrose. De forma simplificada, a pseudoartrose significa que, mesmo após o período esperado para a total regeneração do osso fraturado, as estruturas não se restabeleceram por completo. Diferentemente do retardo de consolidação, os processos não acontecem mais lentamente, e sim de forma incompleta. qualquer fratura está sujeita a esse tipo de condição, independentemente se houve abordagem cirúrgica ou não. Quais as causas da pseudoartrose? Como vimos, a pseudoartrose não é uma doença, e sim uma falha no processo de cicatrização do osso que sofreu uma fratura, e ela pode estar relacionada à diversos fatores, como: Instabilidade; problemas de vascularização na região da fratura; falta de tratamento, ou tratamento tardio; existência de espaço entre os fragmentos. Além disso, a presença de desnutrição, deficiência de vitaminas, diabetes, tabagismo, entre outros, também podem influenciar a cicatrização óssea, por essa razão, hábitos saudáveis são essenciais para garantir um bom processo de cicatrização. Quais os sintomas dessa condição? Uma vez que a reconstrução do osso fraturado foi prejudicada, o paciente que apresenta pseudoartrose pode experimentar sintomas semelhantes aos da fratura inicial, como: Dor na região onde a fratura aconteceu, podendo variar de moderada a intensa; Sensação de movimentação e instabilidade no local da fratura; Inchaço ou edema persistente na região; A linha da fratura permanece evidente nos exames de imagem, mesmo com o tratamento adequado; Possível aumento da densidade dos ossos nas extremidades fraturadas. Para determinar se o paciente está apresentando uma pseudoartrose, o médico realiza uma avaliação clínica, inicialmente, principalmente quanto aos sintomas relatados. Em seguida, podem ser solicitados exames de imagem, como a radiografia, a fim de avaliar a condição e verificar se alguma outra estrutura foi prejudicada. Como a fratura inicial está sendo acompanhada por um ortopedista, em geral o médico responsável consegue realizar o diagnóstico durante o acompanhamento do paciente conforme ele avalia a lesão, consegue identificar possíveis falhas no processo de consolidação óssea e determinar se é o caso de uma pseudoartrose. Não há uma regra ou período específico para o diagnóstico de pseudoartrose, mas é comum que seja declarado após 6 a 8 meses de tratamento da fratura inicial. Uma vez realizado o diagnóstico, é necessário iniciar o tratamento da pseudoartrose. Na maior parte dos casos, é necessário realizar uma nova intervenção cirúrgica, a ser avaliado de acordo com as condições do paciente. Por esse motivo, sempre que sofrer uma fratura, é imprescindível buscar ajuda médica imediatamente, para iniciar o tratamento o quanto antes. Busque atendimento com um médico ortopedista de confiança para avaliar a lesão e garantir o melhor tratamento para o caso. Aliado a isso, os hábitos saudáveis devem fazer parte da sua rotina!

Braquimetatarsia: o que é?

Braquimetatarsia o que é

Caracterizada pelo encurtamento de um ou mais metatarsos, a braquimetatarsia pode acontecer em ambos os pés, ou em apenas um deles. Embora possa acontecer em qualquer metatarso, ela é mais comum no 4º, 5º e 1º metatarsos, sendo que em 72% dos casos o problema aparece em ambos os pés. Essa condição pode ser congênita ou adquirida, e geralmente é causada pelo fechamento prematuro da zona de crescimento desses ossos. Quando isso acontece, o metatarso acaba interrompendo o seu crescimento antes de atingir o seu comprimento ideal. No caso da braquimetatarsia congênita, ela pode ter origem em displasias, endocrinopatias ou síndromes sistêmicas, como: Síndrome de Down. Síndrome de Apert; Síndrome de Turner; Osteodistrofia de Albright. No caso de braquimetatarsia adquirida, suas causas podem ser: Infecções ósseas; Traumas; Tumores; Doença de Freiberg; Anemia falciforme; Cirurgias prévias; Artrite reumatóide infantil; Entre outros. Quais os sintomas da Braquimetatarsia? Na maior parte dos casos, o paciente apresenta queixa de dor, presença de calosidades na região e comprometimento funcional. As mulheres são as que mais procuram por atendimento, pois aliada à esses sintomas, também existe a questão estética, pois a braquimetatarsia pode alterar muito a aparência dos pés. Por conta do encurtamento, o dedo que apresenta o metatarso prejudicado pode ficar deslocado no antepé, o que pode aumentar a pressão com a utilização de determinados tipos de calçado. A maior parte da dor relatada pelos pacientes está relacionada com essa pressão. Embora inicialmente possa parecer apenas uma questão estética, é muito importante lembrar que, mesmo que o paciente não tenha a sua mobilidade prejudicada ou sofra com dores por conta da condição, a braquimetatarsia ainda pode ter um grande impacto. Muitas pessoas acabam sofrendo um grande abalo psicológico, e é comum que fiquem a vida toda sem se sentirem confortáveis com calçados abertos. Tratamento O tratamento para braquimetatarsia pode ser feito de duas formas: Correção em tempo único: também conhecida como correção aguda, nesse procedimento o metatarso é alongado com a ajuda de um corte, sendo feito um alongamento de 1 a 1,5 centímetros com enxerto do ilíaco do próprio indivíduo. Esse procedimento apresenta um grande risco de danos vasculares e neurológicos, além de necessitar de uma intervenção adicional para a remoção do enxerto. Alongamento ósseo: esse procedimento é uma das melhores opções para a braquimetatarsia, e conta com a ajuda de um pequeno fixador externo. é realizado um corte no osso, aguarda-se um período de 5 dias, e após, é feito o alongamento de até 0.5 milímetros por dia até que o metatarso atinja o tamanho ideal. Esse procedimento apresenta muitas vantagens para o paciente, visto que não necessita de enxerto (reduzindo o tempo de imobilidade do paciente), reduz a possibilidade de complicações neurológicas e estica o tendão de maneira gradual. Embora seja um procedimento relativamente tranquilo, é muito importante seguir as orientações médicas não só durante o alongamento, mas também durante a recuperação. dessa forma, é possível aumentar ainda mais as chances de sucesso e resolver o problema de uma vez por todas. não se esqueça de buscar a ajuda de um médico altamente capacitado e de sua confiança.