O que é a tendinite da pata de ganso, quais os sintomas e o tratamento?

O que é a tendinite da pata de ganso, quais os sintomas e o tratamento

A pata de ganso é um conjunto de tendões que se encontram após saírem da região do quadril e se inserirem na porção interna do joelho. Esse conjunto de músculos contribui para movimentos muito importantes dessa articulação, como a rotação interna e a flexão. A tendinite da pata de ganso é um processo inflamatório que atinge esses músculos, causando dor e outros sintomas.   A principal causa da tendinite da pata de ganso (e de outros tipos de tendinite)  está na qualidade do movimento realizado pelos músculos. A contração excêntrica é um movimento realizado pelos músculos da parte de trás da coxa, e quando esse movimento não é realizado corretamente o tendão dessa região pode apresentar inflamação e degeneração.   Juntamente com os tendões responsáveis por este grupo, também existem bursas na região que sofrem com processo inflamatório. Por essa razão, é muito comum que pacientes que apresentam tendinite da pata de ganso também apresentem bursite.   Em alguns casos, o corpo exige mais dos tendões para manter a qualidade dos movimentos e uma postura adequada, como no caso de pessoas que estão acima do peso, sofreram traumas nessa região ou apresentam um joelho valgo.   Quais são os fatores de riscos e causas    Como vimos acima, a tendinite da pata de ganso pode estar relacionada ao esforço repetitivo ou sobrecarga da região, sendo extremamente comum entre pessoas que praticam corrida.   Isso acontece pois, durante o movimento de flexão realizado durante a corrida, a musculatura da região pode sofrer uma sobrecarga que afeta os tendões, desencadeando um processo inflamatório. Essa lesão se torna ainda mais comum quando o paciente apresenta erros de biomecânica durante a prática de corrida.   Leia mais: Meu joelho dói ao agachar, o que pode ser?   A tendinite da pata de ganso se apresenta em três fases distintas relacionadas com a gravidade e o grau de comprometimento:   Fase aguda: nessa fase o paciente apresenta inchaço na articulação e dor intensa, apresentando um prognóstico positivo para o tratamento. Fase sub aguda: nesse caso articulação já apresenta a formação de tecido cicatricial, formado por colágeno do tipo 3. Fase crônica: nessa fase o colágeno do tipo 3 é substituído pelo colágeno do tipo 1, apresentando um maior comprometimento.   Quais são os sintomas da tendinite da pata de ganso?   O paciente com tendinite da pata de ganso pode relatar diversos sintomas, como:   Dor na parte interna do joelho que pode apresentar piora ao realizar o movimento de rotação interna; Inchaço; Crepitação; Dificuldade em sustentar o peso do corpo com o membro afetado; Fraqueza muscular.   É possível visualizar essa lesão através do ultrassom e uma vez diagnosticada ela apresenta uma boa possibilidade de tratamento. Levando em consideração que ela pode ser causada por distúrbios biomecânicos e possíveis fraquezas musculares, o tratamento costuma envolver além dos medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, um processo de fortalecimento para melhorar a qualidade do movimento.   Leia mais: Sintomas e tratamento da síndrome da dor patelofemoral   É muito importante que o paciente que sofre com a tendinite da pata de ganso invista na sua resistência muscular e garanta um fortalecimento adequado. Para melhorar o tratamento, o médico pode realizar a infiltração de medicamentos anti-inflamatórios são afetada.

Sintomas e tratamento da síndrome da dor patelofemoral

Sintomas e tratamento da síndrome da dor patelofemoral

A síndrome da dor patelo-femoral ou femoropatelar é uma condição médica que atinge essas duas estruturas do nosso corpo (o fêmur e a patela) e pode ser causada por um desequilíbrio na biomecânica. Afetando a maior articulação do nosso corpo, a síndrome da dor patelofemoral é bastante comum, atingindo cerca de 25% da população. Por essa razão, essa é a causa da maior parte das queixas levadas aos consultórios de ortopedia.   Na maior parte dos casos, ela está associada a um desgaste cartilaginoso retropatelar, impacto ou sobrecarga na articulação. Esse processo acaba desencadeando um desequilíbrio biomecânico na articulação, resultando na síndrome femoropatelar. Além disso, algumas outras causas também podem estar relacionadas com essa síndrome, como é o caso da condromalácia avançada.   Diferentemente do que se pensa, essa doença não atinge apenas os praticantes de esportes, podendo afetar também pessoas que sofrem com a sobrecarga das atividades realizadas durante o dia, que acabam aumentando a dor no joelho e agravando o problema.   O principal sintoma da síndrome da dor patelo-femoral é a dor na região anterior do joelho. Essa dor pode se tornar mais intensa ao se realizar determinados movimentos, como agachar, saltar, subir ou descer escadas, permanecer muito tempo sentado, entre outros. Saiba mais: Dor ao descer escadas, o que poder ser ?   Os pacientes que sofrem dessa condição também podem relatar estalos ao se movimentar e a sensação de areia dentro do joelho. Por conta do impacto que a síndrome da dor patelofemoral pode ter no dia a dia, é importante que o tratamento seja iniciado o quanto antes para evitar a sua evolução. O avanço da doença pode, além da piora da dor, resultar em rigidez articular, incapacidade e movimentação infuncional.   Como é o tratamento da síndrome da dor patelofemoral?   Identificados os sintomas, o primeiro passo é buscar um médico especialista para realizar o diagnóstico dessa condição. Para isso, é feita uma avaliação clínica a fim de identificar o estágio da síndrome, quais as estruturas que foram atingidas, possíveis, insuficiências musculares e outros fatores.   Essa avaliação é de extrema importância para conseguir distinguir a síndrome da dor patelofemoral de outras condições que atingem o joelho. Realizado o diagnóstico, o tratamento pode ser iniciado o quanto antes para que o paciente consiga retomar a sua rotina e recuperar a sua qualidade de vida.    O tratamento é, na maior parte dos casos, conservador, e pode envolver:   Medicamentos analgésicos e antiinflamatórios; Repouso; Fisioterapia; Eletrotermofototerapia; Aplicação de compressas de gelo; Entre outras terapias.   Para evitar passar por esse problema, é importante adotar algumas medidas para prevenir a síndrome da dor patelofemoral, como realizar o aquecimento adequado antes de iniciar qualquer atividade física e manter um processo de fortalecimento do quadríceps e membros inferiores, para evitar que o joelho sofra uma sobrecarga.  

Lesões da cartilagem do joelho: sintomas e opções de tratamento

Lesões da cartilagem do joelho

A cartilagem consiste em um tecido responsável por recobrir a superfície dos ossos para minimizar o contato entre as estruturas. Isso quer dizer que ela permite que o nosso corpo se movimente com o menor atrito possível e garante a dissipação do impacto durante a movimentação. As lesões de cartilagem de joelho são extremamente comuns e podem causar muito incômodo, além de prejudicar a qualidade de vida do paciente.   Sintomas de Lesão na cartilagem do joelho Pessoas que sofrem com lesões da cartilagem do joelho relatam os seguintes sintomas: Dor no joelho; Inchaço; Instabilidade; Crepitação; Travamentos.   Esses sintomas podem apresentar uma piora de acordo com o tipo de esforço que é realizado, como corrida ou atividades físicas intensas. Em casos mais avançados, o paciente também pode relatar piora no final do dia após realizar todas as suas atividades rotineiras.   Fatores que causam as lesões    Essas lesões podem ser causadas por diversos fatores como por exemplo: Sobrecarga relacionada à atividades físicas; Trauma agudo, como deslocamento da patela ou torção do joelho; Inflamação decorrente doenças infecções que atingem a articulação, gota ou Artrite reumatoide; Osteocondrite dissecante; Entre outras.   Quando as lesões de cartilagem do joelho atingem a rótula, são conhecidas como condropatia patelar. Embora muitos acreditem que a condropatia e a condromalácia patelar sejam a mesma coisa , a segunda se refere a um processo de amolecimento que afeta a cartilagem, fazendo com que ela não consiga mais exercer as suas funções da maneira ideal.   Outra confusão bastante comum é a confusão entre lesões de cartilagem e artrose. A artrose do joelho ou osteoartrite é uma condição caracterizada por um processo de desgaste da cartilagem e de outros tecidos adjacentes. Isso quer dizer que, embora toda pessoa que sofra com artrose apresente uma lesão de cartilagem, nem todo paciente com lesões de cartilagem apresentam quadro de artrose.   Lesões de cartilagem tem cura?   Devido às características fisiológicas da cartilagem, essas estruturas têm um baixo potencial de recuperação. Por esse motivo, elas não possuem a capacidade de retomar o seu estado natural e garantir a sua funcionalidade. Por serem lesões degenerativas, com o tempo paciente vai apresentar piora no quadro, podendo resultar em artrose ou osteoartrite.   Para que o tratamento ideal seja implementado, é necessário buscar ajuda de um médico especialista para realizar um diagnóstico preciso. Para isso, o médico vai avaliar o quadro e o histórico do paciente e solicitar alguns exames de imagem para complementar o diagnóstico, como a ressonância magnética e as radiografias.   O tratamento conservador pode incluir:   Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios para controle da dor; Fortalecimento muscular; Realização de atividades físicas moderadas; Infiltração articular ou viscossuplementação com ácido hialurônico; Utilização de palmilhas específicas ou órteses.   Em todo caso, diante dos sintomas de lesões de cartilagem do joelho, é necessário buscar ajuda de um médico especialista para um acompanhamento adequado.

Ligamento cruzado anterior: sintomas mais comuns de lesão

Sintomas mais comuns de lesão de ligamento cruzado anterior

O Ligamento Cruzado Anterior é uma estrutura resistente e elástica, capaz de suportar muita tensão e pressão. Contudo, quando os seus limites são exacerbados, ele pode acabar sofrendo uma lesão, causando uma grande desestabilização no joelho. A lesão de ligamento cruzado anterior pode ser percebida com clareza no momento da sua incidência. O LCA contribui para a movimentação e rotação da articulação do joelho, ajudando a distribuir o peso com eficiência. Ele também é responsável pela transmissão sensorial, de forma que nós conseguimos sentir o movimento que ocorre nessa situação com bastante precisão. A lesão de LCA pode causar os seguintes sintomas: Inchaço local imediato; Dor intensa no joelho; Dificuldade para sustentar o peso com a perna que foi lesionada; Instabilidade para caminhar. Com o decorrer do tempo, esses sintomas podem se reduzir consideravelmente, e em muitos casos, o paciente pode até voltar a praticar esportes de alto impacto. Porém, deixar de tratar uma lesão de ligamento cruzado anterior pode favorecer a ocorrência de lesões em outras estruturas presentes no joelho, como a cartilagem e os meniscos, resultando, muitas vezes, em um quadro grave de artrose. Como é o tratamento da lesão de ligamento cruzado anterior?  Em pacientes mais jovens, ou em atletas de alto impacto, um rompimento do ligamento cruzado anterior pode prejudicar consideravelmente a rotina, de forma que o médico responsável pelo tratamento pode indicar a realização de uma cirurgia para a reconstrução dessa estrutura. Isso porque o ligamento não tem a capacidade de regeneração e não cicatriza sozinho, precisando ser reconstruído cirurgicamente. Para tal, o médico utiliza enxertos ligamentares ou tendíneos, que são fixados na Tíbia e no  fêmur, simulando a posição do LCA. É muito comum que as lesões do ligamento cruzado anterior sejam associadas a lesões de outras estruturas, como lesões meniscais e lesões na cartilagem, sendo necessário realizar uma avaliação completa das estruturas para realizar a cirurgia. Via de regra, esse procedimento é feito através dos artroscopia, que demanda apenas algumas incisões no joelho para a introdução de uma microcâmera e dos instrumentos necessários para reconstruir a estrutura. As primeiras quatro semanas após a cirurgia são mais delicadas, e o paciente precisa permanecer em repouso relativo e retomar suas atividades de forma progressiva. Isso não é válido nos casos onde a atividade envolve esforço excessivo, como agachamento, carregamento de peso ou posições desconfortáveis por um longo período de tempo.

Sintomas da condropatia patelar

SINTOMAS DA CONDROPATIA PATELAR

A condropatia patelar é uma das lesões de joelho mais comuns no mundo, sendo uma das condições mais estudadas dentro da medicina esportiva. Por conta do aumento da incidência dessa condição, ela vem chamando cada vez mais a atenção dos profissionais, sendo considerada uma das principais causas de dor no joelho.   Por ser causada por diversas razões, essa doença pode afetar de 70 a 80% da população, sendo uma doença muito preocupante na área da medicina. Além de estar ligada distúrbios anatômicos e biomecânicos, ela também pode ser causada por obesidade, prática inadequada de atividades físicas, sobrecarga durante o dia a dia, entre muitas outras.   A condropatia patelar atinge a cartilagem do joelho e uma das suas principais características o amolecimento e erosão da cartilagem da patela. Essa cartilagem acaba amolecendo e tornando-se menos eficiente na absorção de impactos. Em geral, a doença é classificada de acordo com a sua gravidade, indo desde o amolecimento simples até à exposição ou dano no osso subcondral.   Sem o tratamento adequado, a doença pode progredir, podendo evoluir para graus cada vez mais graves de erosão. Em alguns casos, a condropatia patelar pode até mesmo causar artrose precoce.   Importante lembrar que,  por atingir a cartilagem, essa doença pode não apresentar sintomas em seus estágios iniciais, sendo importante o acompanhamento de um médico especialista para o diagnóstico e tratamento correto.   Quais os sintomas ?   Como dissemos, nem sempre os sintomas de condropatia patelar são evidentes desde o início da doença, isso quer dizer que diante de uma condropatia inicial o paciente pode não sentir nada no joelho. Como a progressão da doença, o paciente pode apresentar:   Dor no joelho ao subir e descer escadas; Dor ao se levantar da cama ou cadeira, por exemplo; Dor ao redor da rótula do joelho, principalmente ao flexionar a articulação; Dor ou ardência ao permanecer com o joelho dobrado por um longo período de tempo; Sensação de crepitação e estalos no joelho.   Graus da condropatia patelar    Condropatia de nível 1: no início da doença, o paciente pode sentir crepitação, estalos, cansaço e dor nas pernas. Em alguns casos, o joelho pode apresentar inchaço, mas em geral esses sintomas são leves e costumam ser ignorados.    Condropatia de nível 2: nesse estágio da doença, as dores no joelho podem ser mais fácil de se identificar, e os estalos também podem ficar mais fortes, principalmente durante a prática de atividades físicas.    Condropatia de nível 3: Com o avanço dos sintomas, principalmente a dor, o paciente pode reduzir a realização de atividades físicas para evitar os sintomas. Nesse ponto, a qualidade de vida e a mobilidade das pessoas são consideravelmente prejudicadas.    Condropatia de nível 3: nesta fase da doença, o desgaste da articulação já está bem avançado e há incômodo e dor constante. Em alguns casos, pode acontecer a exposição do osso subcondral. Nesse estágio, o paciente já apresenta dificuldade para realizar as atividades rotineiras e básicas, como caminhar, subir escadas, entre outras.   As causas mais comuns de condropatia patelar são: Envelhecimento da cartilagem; Tipo de esporte praticado; Alterações biomecânicas; Excesso de peso; Alterações anatômicas; Pé plano; Sobrecarga de atividade física.   Além da avaliação dos sintomas e do histórico do paciente, para chegar ao diagnóstico correto o médico pode solicitar alguns testes biomecânicos e exames complementares. Com base nisso, ele consegue determinar qual o melhor tratamento para a condição, podendo começar com um tratamento conservador (que inclui o uso de medicamentos e exercícios de fortalecimento), até a cirurgia, que pode ser realizada nos casos mais graves. 

Sintomas da condromalácia patelar

Sintomas da condromalácia patelar

Existe um grande mito acerca da condromalácia patelar. Muitas pessoas acreditam que essa condição está relacionada apenas com o envelhecimento da cartilagem, afetando na maior parte dos casos as pessoas mais velhas. Contudo, a condromalácia patelar ou condropatia patelar também pode acontecer durante a adolescência e afetar pessoas mais jovens. Graus da Condromalácia Patelar  Dependendo do grau de comprometimento da cartilagem, a condromalácia patelar pode se apresentar em 4 graus diferentes:   Condromalácia nível 1: nesse caso o paciente relata sensação de areia no joelho, dor nas pernas, crepitação e inchaço. Por serem sintomas mais leves, é comum que nessa fase da condromalácia patelar os sintomas sejam ignorados pelo paciente.   Condromalácia nível 2: nessa fase as dores se tornam mais intensas e o paciente também pode relatar intensificação da dor durante a prática de esportes, ao passar muito tempo sentado ou subir e descer escadas.   Condromalácia nível 3: a intensificação da dor pode prejudicar a rotina do paciente, fazendo com que ele abandone determinadas atividades para evitar a dor. Nessa fase há um maior comprometimento da qualidade de vida e da mobilidade do paciente, sendo a fase mais comum onde o paciente passa a buscar ajuda especializada.   Condromalácia nível 4: nessa fase mais grave a um desgaste intenso da cartilagem me passa a causar um grande incômodo na rotina. Nessa fase o paciente pode ter problemas para realizar atividades básicas.   Quais são os sintomas ?    O desgaste da cartilagem do joelho apresentado na condromalácia patelar pode estar relacionado a alguns distúrbios biomecânicos apresentados pelo paciente ou a falta de sincronia na musculatura do joelho e do quadril. Ela também pode ser causada por atrito repetitivo e desgaste das suas estruturas.   Os sintomas vão depender da gravidade da condição e das características que levaram ao desenvolvimento da mesma. Na maior parte dos casos, o paciente relata dor ao redor da patela que se intensifica ao realizar movimentos de flexão. Conforme a doença avança, essa dor pode se apresentar na realização de outras atividades mais simples, causando dor ao subir e descer escadas, caminhar ou se levantar da cama.   Além da dor, o paciente também pode relatar outros sintomas, como: Inchaço na articulação afetada; Estalos no joelho; Sensação de crepitação;  Fraqueza; Entre outros.   Como a condromalácia patelar é diagnosticada?   Inicialmente, o médico irá avaliar o quadro e o histórico do paciente para entender quais as possíveis causas da lesão. É muito importante que essa avaliação seja feita de maneira completa para que não seja diagnosticada de forma assertiva.    É essencial que o médico entenda, além das características da dor, a sua duração, localização e intensidade observar possíveis distúrbios ou falhas na biomecânica. Além do exame clínico, também podem ser realizados testes para avaliar o alinhamento e o fortalecimento do joelho do paciente, entendendo a qualidade da contração e a excentricidade apresentada pelo paciente.   Também podem ser solicitados exames de imagem para garantir um diagnóstico correto e favorecer o tratamento do paciente, como é o caso da radiografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada.   Tratamento para condromalácia patelar   O tratamento indicado pelo médico para condromalácia patelar vai depender muito de quais foram as causas para a doença e o nível de desgaste apresentado pela cartilagem do joelho. Além de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para controlar a dor, o médico também pode recomendar algumas medidas para aliviar os sintomas:   Evitar utilizar salto alto; Melhorar a postura; Evitar realizar atividades físicas em locais íngremes demais; Evitar o excesso de peso; Utilizar calçados com bom suporte e amortecimento;  Fisioterapia; Entre outros. Saiba mais: Tratamento conservador para artrose no joelho    Realizar o tratamento da forma correta pode garantir uma grande melhoria para o paciente, reduzindo a inflamação e recuperando a articulação afetada. A cirurgia é realizada quando o tratamento convencional não consegue entregar resultados.