Sintomas da Osteomielite – aprenda a identificar

Sintomas da Osteomielite - aprenda a identificar

Uma das maiores preocupações dos médicos diante de uma fratura óssea é a incidência de osteomielite. Causada por um processo infeccioso, a osteomielite atinge os ossos, que são afetados por microorganismos. É muito importante identificar e tratar esse problema o quanto antes para que maiores complicações sejam evitadas. Causada por bactérias, fungos ou vírus, a osteomielite pode apresentar os seguintes sintomas: · Febre; · Dor; · Inchaço; · Vermelhidão na região afetada; · Cansaço/fadiga; · No caso de crianças pequenas, irritabilidade; · Mobilidade reduzida na região. Como a osteomielite é causada? A infecção nos ossos pode ter diferentes causas: Fratura: tanto no caso de fraturas expostas, como em fraturas que não foram devidamente tratadas, o osso danificado pode ser contaminado, seja por contato com agentes externos (no caso das fraturas expostas) ou pela corrente sanguínea. Essa infecção pode agravar e acabar evoluindo para uma osteomielite. Ferimentos: danos em outros tecidos, como na pele ou nos músculos, podem acabar contaminados, e a infecção (principalmente se não tratada corretamente), pode atingir o tecido ósseo. Próteses: o procedimento utilizado para a colocação de próteses (no quadril, joelho, ou outra região óssea) tem como uma das principais complicações a infecção óssea. Imunossupressão: pacientes que estão passando por algum tratamento imunossupressor, como a quimioterapia, estão mais suscetíveis à osteomielite. Histórico prévio: pacientes que já apresentaram osteomielite em algum momento da vida, apresentam um maior risco de apresentar uma nova infecção. Como identificar? Diante desses fatores de risco, é muito importante se manter atento aos sintomas de osteomielite que citamos anteriormente. Embora seja uma condição tratável, é imprescindível que ela seja identificada o quanto antes para que as medidas de tratamento sejam adotadas o mais rápido possível. Identificados os sintomas, é necessário buscar a ajuda de um médico capacitado e de confiança para avaliar o quadro. Na consulta, o profissional irá avaliar os sintomas relatados (como febre, inchaço local e vermelhidão) e solicitar alguns exames complementares para confirmar o diagnóstico e determinar a gravidade da infecção. Os exames mais comumente solicitados são: Exame de sangue; Tomografia computadorizada; Cintilografia óssea; Ressonância magnética. Através desses exames, o médico poderá determinar se há ou não um quadro de osteomielite, e em caso positivo, solicitar uma biópsia do osso para uma análise mais aprofundada. Geralmente, essa biópsia é coletada durante o procedimento de limpeza cirúrgica, que é feita para a remoção do tecido infectado. Além da limpeza cirúrgica para a remoção do foco de origem, o médico também costuma prescrever medicamentos para a total eliminação da infecção. Caso o paciente apresente alguma prótese no local, a mesma deve ser removida e substituída após a conclusão do tratamento. Em casos onde a infecção tem menos de duas semanas, contudo, o médico pode optar por manter a prótese, mas isso vai depender da avaliação do profissional diante dos exames e sintomas apresentados pelo paciente. Em casos extremos, quando mesmo com todo o tratamento é realizado adequadamente a infecção permanece se espalhando, pode ser necessária a amputação do membro afetado a fim de preservar as demais estruturas.

Quais os tipos de cirurgia do joelho?

quais os tipos de cirurgia do joelho

O joelho é uma das articulações mais importantes do nosso corpo, e está constantemente sujeito a diversos tipos de lesões e condições médicas. Algumas dessas lesões podem fazer com que uma cirurgia do joelho seja necessária, seja para restabelecer a funcionalidade dessa articulação, reparar danos, colocar próteses, entre outros motivos. Dependendo do tipo de reparo a ser realizado, o médico pode optar por procedimentos diferentes para tratar a lesão. Para você entender melhor, separamos os principais tipos de cirurgia do joelho, confira a seguir! Artroscopia Esse é um dos procedimentos mais utilizados atualmente, principalmente por conta da sua versatilidade. A Artroscopia é um procedimento minimamente invasivo, que permite que o médico visualize com clareza as estruturas presentes no joelho e consiga realizar diagnósticos e reparos mais precisos. Diferentemente de uma cirurgia aberta, a artroscopia garante um período de recuperação mais rápido e seguro, além de não precisar de grandes cortes para ser realizada. Cirurgia de Menisco Embora, dependendo da lesão, o menisco possa ser tratado com a artroscopia, a cirurgia de menisco permite reparos, suturas e retirada parcial do menisco danificado (meniscectomia). Para evitar complicações futuras e até mesmo a perda da capacidade funcional do joelho, os médicos buscam evitar a retirada dessa estrutura, optando sempre que possível pela sutura. Com a indicação e execução correta, esse procedimento apresenta uma excelente taxa de sucesso. Esse procedimento apresenta um tempo de recuperação maior por conta das suturas, e nos casos onde há retirada do menisco, um maior risco do paciente desenvolver um quadro de artrose. Reconstrução de LCA (Ligamento Cruzado Anterior) Esse procedimento é feito com a ajuda de um enxerto (retirado do tendão patelar ou de tendões do músculo posterior da coxa) e busca substituir o ligamento lesionado. Na maior parte dos casos, essa substituição é feita através de artroscopia, e vem evoluindo com o passar dos anos para que a estrutura substituta seja o mais semelhante possível. Reconstrução do LCP (Ligamento Cruzado Posterior) Assim como na cirurgia anterior, esse procedimento visa a reconstrução de um ligamento. Contudo, por conta da sua anatomia, o LCP apresenta uma maior complexidade técnica para ser reparado. Também são utilizados enxertos, e o médico pode contar com a ajuda da Artroscopia ou realizar a cirurgia aberta para o reparo dessa estrutura. Artroplastia De maneira simplificada, a artroplastia é um procedimento utilizada para a colocação de prótese de joelho. Durante essa cirurgia, o médico prepara o osso e substitui as estruturas do joelho por um componente artificial, confeccionado em metal. Também pode ser utilizada uma cobertura na patela em polietileno e um espaçador que permite um melhor deslizamento entre as partes. Osteotomia Através de um corte no osso, a osteotomia é utilizada para possibilitar a correção do alinhamento do membro, de forma a reduzir a pressão sofrida em um dos lados ou estrutura do joelho. Esse procedimento pode ser utilizado para tratar o genu varo (o famoso joelho para dentro) e outras condições ortopédicas.

Lesão do LCA – qual o melhor tratamento

Lesão do LCA - qual o melhor tratamento

Uma das principais funções do Ligamento Cruzado Anterior é garantir a estabilidade do joelho, sendo uma das estruturas mais importantes dessa articulação. Por atingir uma região tão delicada, os pacientes que sofrem de lesão do LCA podem ter muita dificuldade em praticar atividades físicas, principalmente em esportes onde são necessários movimentos rápidos e de mudança brusca de direção, como acontece no basquete, futebol, artes marciais, entre outros. Por resultar em uma maior instabilidade na articulação, pacientes que sofreram de lesão do LCA acabam sendo mais suscetíveis a outros tipos de lesões, como a condromalácia (condição que afeta a cartilagem), ou lesões de menisco. A ruptura deste ligamento costuma acontecer após uma torção do joelho, quando o mecanismo gira além da capacidade da articulação, com o pé fixo no solo. Podemos ver esse tipo de movimento de forma bastante frequente nos esportes. No momento do trauma, o paciente pode sentir uma dor súbita e intensa no joelho afetado, seguido por um inchaço localizado que tende a aparecer logo após a lesão. É imprescindível que, logo após a lesão, o paciente procure a ajuda de um médico especialista que possa realizar o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento. Será necessária a realização de exames clínicos e complementares a fim de avaliar a extensão da lesão do LCA e evitar que o paciente tenha uma piora no quadro. O médico pode solicitar além da radiografia, a realização de ressonância magnética. Uma vez realizado o diagnóstico, será necessário que o médico controle os sintomas da lesão antes mesmo de iniciar o tratamento, com o controle da dor e a redução do inchaço. Como é feito o tratamento da lesão do LCA? Inicialmente, o médico pode optar por uma abordagem mais conservadora para o tratamento da lesão do LCA, como a fisioterapia e medicamentos para dor. Contudo, principalmente para indivíduos mais jovens e para atletas, a melhor alternativa para o tratamento da lesão do LCA é a cirurgia de reconstrução ligamentar. Isso porque, por conta da prática esportiva, esse paciente pode acabar sofrendo novas lesões. Através desse procedimento cirúrgico, conhecido como Artroscopia, o ligamento é reconstruído e a mobilidade do joelho é restaurada, devolvendo a qualidade de vida para o paciente. A maior vantagem dessa cirurgia é que ela é relativamente simples. Durante o procedimento, o ligamento cruzado anterior é reconstruído com a ajuda de um enxerto do tendão ou de outro ligamento. Os tecidos mais utilizados nesse procedimento são: ligamento patelar e os tendões flexores da articulação do joelho, sendo que a escolha vai depender das condições do paciente e do resultado dos exames realizados. Para que o procedimento tenha sucesso, é importante que todo o pré-operatório seja respeitado de acordo com as especificações médicas. A reabilitação também tem um papel fundamental nesse processo, pois é através dela que o paciente conseguirá restabelecer seus movimentos, força e confiança. Normalmente, é respeitado um tempo de pelo menos seis meses de fisioterapia. Sempre que necessário, entre em contato com um médico de confiança para obter uma avaliação adequada e o melhor tratamento para a sua lesão.

Artroscopia – quando é indicada?

Artroscopia - quando é indicada

A artroscopia é um procedimento minimamente invasivo, que permite que o médico visualize todas as estruturas presentes no joelho com bastante clareza através do artroscópio. Esse instrumento consiste em uma espécie de haste com uma microcâmera na ponta, e um valioso aliado da equipe médica no diagnóstico e tratamento de lesões nas articulações. Esse procedimento é bastante utilizado no tratamento de problemas nas articulações, como joelho, tornozelo, quadril, ombro, cotovelos, etc. Por ser um procedimento simples, ele garante inúmeras vantagens para o paciente, como: • Incisões menores; • Redução do impacto ao organismo, se comparado à uma cirurgia mais invasiva; • Período de recuperação mais curto; • Pode ser aplicada com finalidades diagnósticas, etc. Como é feita a artroscopia? Com a ajuda de pequenas incisões no local a ser tratado, o artroscópio e os demais equipamentos são introduzidos na articulação. As imagens capturadas pela câmera presente no equipamento são transmitidas para um monitor, guiando o médico responsável durante a cirurgia e garantindo uma visualização privilegiada das estruturas. Embora seja um procedimento minimamente invasivo, o paciente deve passar por um processo pré-operatório como em qualquer intervenção cirúrgica. O principal objetivo da avaliação pré-operatória é identificar se o paciente apresenta alguma condição clínica que o impeça de passar pelo procedimento, como problemas cardíacos, vasculares, propensão a hemorragias, alergias, histórico de infecções e muito mais. Mesmo que todo procedimento cirúrgico envolve diversos riscos, essa avaliação prévia ajuda a minimizar a possibilidade de problemas durante a cirurgia e no pós-operatório. Geralmente, a artroscopia é feita rapidamente, levando entre 45 minutos e uma hora, e dependendo do caso, o paciente pode receber alta no mesmo dia. Quem pode passar pela artroscopia? Como vimos, a artroscopia pode ser aplicada no tratamento de diversas articulações, inclusive para o diagnóstico de condições de difícil visualização. Através dela, o médico consegue reparar lesões meniscais, ligamentares e cartilaginosas, além de tratar instabilidades e coletar biópsias. Esse procedimento pode ser realizado em casos de: • Ruptura de menisco; • Artrite degenerativa; • Artrite piogênica; • Artrite Séptica; • Sinovite; • Remoção de fragmentos ósseos e cartilaginosos; • Impacto Femoroacetabular; • Lesões Labrais; • Entre muitos outros. A recuperação Como a Artroscopia é um procedimento de baixo impacto e minimamente invasivo, a recuperação após a cirurgia costuma ser bastante tranquila, e o paciente consegue realizar a maior parte das suas atividades rotineiras. Contudo, é muito importante seguir as orientações médicas de pós-operatório e tomar alguns cuidados essenciais, como repouso, compressa fria no local do procedimento, manter a elevação das pernas sempre que possível e a administração correta dos medicamentos prescristos pelo médico. Também pode ser necessário realizar algumas sessões de fisioterapia para garantir a mobilidade e a capacidade da articulação. O retorno às atividades e aos esportes vai depender da avaliação do médico e da gravidade da lesão que foi tratada. Na maior parte dos casos, o paciente já consegue caminhar sem a ajuda de muletas, mas caso necessário, o médico responsável pode recomendar a utilização de muletas ou bengalas durante o período de recuperação. Embora aconteçam raramente, complicações são possíveis em qualquer tipo de cirurgia, e diante de qualquer comportamento anormal ou sinal de alerta, procure a ajuda do médico responsável.

Alongamento ósseo no tratamento de lesões

Alongamento ósseo no tratamento de lesões

O alongamento ósseo vem se mostrando uma alternativa eficiente para o aumento de altura e no tratamento de deformidades dos membros superiores e inferiores. Esse procedimento ajuda na correção de deformidades que ocorreram na infância, ou no tratamento de lesões e irregularidades causadas por traumas e acidentes. No procedimento de alongamento ósseo, o osso a ser alongado passa por um lento e cuidadoso processo de distanciamento, de forma que as extremidades são estimuladas a produzir mais tecido através da regeneração óssea. isso é possível com a ajuda de um instrumento chamado fixador externo. Um corte é realizado no osso a ser alongado, e esse equipamento é fixado de forma que as extremidades sejam gradativamente afastadas. O tempo necessário com o fixador externo vai depender do quanto o osso precisa ser alongado, sendo que via de regra, são 5 centímetros no total. Para garantir um processo de regeneração adequado, é feito o alongamento de 1 milímetro por dia, totalizando 50 dias de tratamento, mais os 7 dias iniciais de adaptação ao fixador externo. O processo acontece em duas fases principais: Fase de alongamento: nessa etapa, as duas extremidades do osso que foi inicialmente dividido são cuidadosamente afastadas. Conforme esse afastamento acontece, o processo de regeneração faz com que um novo tecido ósseo seja produzido para preencher o espaço resultante. Como resposta a esse processo, os músculos, tendões e ligamentos também são lentamente alongados. Essa mudança na estrutura pode fazer com que a abrangência dos movimentos seja prejudicada, sendo necessário um processo de fisioterapia para garantir a qualidade dos movimentos e o sucesso do procedimento. Fase de consolidação: uma vez que o osso foi alongado no comprimento esperado, é iniciada a fase de consolidação óssea, onde o osso se regenera com o novo tamanho. A fisioterapia é imprescindível durante toda essa etapa. Assim como em qualquer procedimento cirúrgico, o alongamento ósseo no tratamento de lesões também pode apresentar algumas complicações, como: Infecções; Consolidação prematura; Lesões nos nervos; Entre outros. Por esse motivo, é muito importante contar com um médico especializado, que realize a indicação correta do procedimento para o tratamento das lesões. Além disso, é igualmente importante realizar um pré-operatório adequado, com o médico cardiologista de confiança, de forma a minimizar os riscos decorrentes do procedimento cirúrgico. A recuperação do procedimento de alongamento ósseo no tratamento de lesões é consideravelmente longo, de aproximadamente 1 mês para cada centímetro de osso alongado. Além disso, é necessário considerar o tempo necessário para que o osso restabeleça totalmente a sua força, o que pode levar cerca de dois anos a dois anos e meio. Aplicado ao tratamento de lesões, o alongamento ósseo pode ser indicado para indivíduos a partir de 8 anos de idade, mas isso dependerá da lesão e da necessidade de alongamento.

Síndrome Femoropatelar: como é feito o tratamento

Síndrome Femoropatelar como é feito o tratamento

Caracterizada por uma dor na parte frontal do joelho e ao redor da patela, a síndrome femoropatelar também é conhecida como joelho de saltador ou joelho de corredor. Esse problema acontece de forma mais frequente em indivíduos jovens, homens e mulheres atletas, mas também pode ocorrer em pessoas que não praticam esportes e atividades físicas. Por causar rigidez muscular e da dor causada por essa condição, o paciente pode apresentar alguma dificuldade em se ajoelhar, descer e subir escadas, ou até mesmo em realizar algumas atividades rotineiras, como permanecer sentado por muito tempo. O desenvolvimento dessa condição pode se dar por conta de inúmeros fatores (joelho valgo, rotação da tíbia, etc), que acabam gerando um desequilíbrio na biomecânica do joelho, entre a patela e o fêmur, aumentando o atrito entre essas duas estruturas. quando o indivíduo sofre com a síndrome femoropatelar, o fêmur acaba sofrendo uma pressão anormal quando flexionado. O paciente também pode relatar: sensação de crepitação ou rangido na articulação ao flexionar o joelho; sensibilidade na palpação; dor ao sentar, levantar ou esticar o joelho. Principais causas da síndrome femoropatelar Sobrecarga: aumento súbito na frequência dos exercícios, atividades físicas extenuantes, ou que exercem uma pressão repetida na articulação do joelho, uso de equipamentos inadequados, mudança na superfície onde o treino é realizado, mudanças no calçado, entre outros. Desalinhamento patelar: acontece quando há um deslocamento da rótula no sulco troclear, fazendo com que a patela seja deslocada para um lado, aumentando a pressão. Fraqueza muscular: desequilíbrios de força nos músculos do quadríceps podem fazer com que o rastreamento da patela seja alterado. Rigidez muscular: tensões musculares também podem causar alterações na articulação. Pé chato: pessoas que sofrem com pé chato estão mais propensas a desenvolver síndrome femoropatelar, pois acontece uma compensação desproporcional da tíbia. O tratamento da Síndrome Femoropatelar Inicialmente, dependendo da causa da síndrome, é aplicado o tratamento conservador aliado à fisioterapia. Essa abordagem ajuda a melhorar o deslizamento da patela sobre o sulco, além de melhorar a biomecânica da articulação e trazer um maior fortalecimento muscular. O tratamento conservador costuma entregar bons resultados, dependendo das características de cada paciente. Dependendo do caso, pode ser necessário mudar para uma atividade física de menor impacto, e os tratamentos complementares serão indicados pelo médico responsável pelo tratamento. Podem ser recomendados o enfaixamento do joelho, utilização de órteses ou suportes, avaliação do tipo de calçado utilizado, medicamentos para dor, entre outros. Em casos mais avançados, pode ser recomendada a cirurgia, principalmente nos casos onde a articulação apresenta condromalácia. Esse processo é feito por artroscopia, uma técnica minimamente invasiva. Na maioria dos casos, através desse tratamento o paciente consegue restabelecer a biomecânica da articulação e retomar a mobilidade.